Quanta gentileza há nele!
Quanto mundo há no mundo!
O dia deu-se cinza, enjoado e duro.
Chegava a cortar nossa temperatura estável.
E deu-se mais, permaneceu assim.
A cada ponto, perto ou longe, estava de um jeito e com o mesmo enjoo.
Em um ponto a baixo das árvores, que nada facilitou, sentei-me.
Nisso percebi o quanto é bom ver as pessoas e o quanto não é.
Elas, geralmente olham, fingem que não, se passam na gente e vão, sem dizer uma palavra com som.
Daí, compreendi o dia, que pena fiquei.
Resolvi me adaptar a ele, não fiquei cinza nem enjoada nem dura, mas o fiz companhia.
E se acabou meus pensamentos com ondas penetrando meus olhos. Tantas! Obesas de água. Não imaginam.
É como se entregar?
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