Eu repito as coisas que eu digo, porque raramente são ideais, o meu desenvolvimento está incompleto e isso eu já aceito a um tempo.
Não vejo mal em muitas coisas, ao contrário do que pensam, não vejo mal em trabalhar em shoppings, tomar coca-cola, comer carne, ler sobre celebridades ou livros fantásticos infanto-juvenis, soltar clichês, achar a escola desnecessária, entre outras coisas, se sua sanidade mental estiver de pé.
Eu digo isso porque as pessoas me acham intolerante. Sim, admito, eu sou, mas só dei esses exemplos porque alguns deles eu abomino de fato se sua sanidade não existe.
Eu não tenho características amplamente sociais mesmo, digo isso pois se confirma efetivamente, não é fácil controlar.
Mas eu adoro coisas fantásticas, inventadas, provavelmente pouco reais...Essas coisas são metáforas da vida, o que falta.
Acredito fielmente que o coração dos homens (para os meta-qualquer coisa) ou o cérebro (para os empiristas) sejam corrompidos sem muito esforço e essa é a dureza de nunca sermos algo fantástico.
Eu me esforço pra ser o que falta na minha concepção (que é por vezes equivocada, inexperiente,etc). Não sei se me esforço de verdade, talvez seja algo naturalmente ativo, uma força já acostumada a minha mente, ao meu corpo, a minha alma.
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