Cinco horas da manhã, é apito do exército popular.
O céu imprescindivelmente claro como a pupila que dilata vagarosa.
Algo me diz que tenho que marchar, dizer e respira, mas espere, só quando ele mandar.
E pode ser assim.
Devemos ir embora? Ignorar tudo que custaram a nos adaptar e nos fazer acreditar que é suspeito? Não me vejo suspeita.
Milhões de anos que desenham as formosas leis.
Quando se tem um medo, acha protesto.
Tenho felicidade, a minha, mas tenho...
Então ele manda e eu decido ir embora.
Nenhum comentário:
Postar um comentário