sexta-feira, março 26, 2010

Querer e des-querer

Ao vento que soprou tudo, a mudança de tempo em ponteiros que me faz lembrar que podemos ser sozinhos por um dia, por alguns...
Ao vento que balança a saia, ameaça a moça, abraça a gente.
Que não dói quando vem, quando vai e faz falta, só dói porque era bom.
Ao vento que está alcance das mãos, que promete estar, sem cruzar idas. Aos comportamentos não repetidos.
As pessoas que olham assim, não imaginam você, imaginam o que vêem, não querem saber.
Você tem de querer. O vento soprou.
Aos sorrisos que mesmo "desabraçados", continuam descabidos e abraçados.
A alegria que não se cansou. Ao mundo, a vida. A ida e a chuva.

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