Eu queria poder ver os momentos que ela se torna ninfa a seus olhos. Será que isso é incomum? O ato dela se tornar? Eu gostaria de poder saber quais palavras são minhas pra não tontear a vida em ruas frias. Quais são as cordas que você quer ser preso? Quais são os ventos das suas improváveis direções? Como um calendoscopio, meus olhos se entregam, sem ter o que ver, sem serem aceitos pela água, se abrem para que nunca mais precisem fazer pergunta nenhuma.
Hey hey hey hey boy, eu não preciso de um concerto, nem de pontes para as tripas, não confundo ré com marcha mas digo coisas para parar de bancar o mente despirucada e incontrolável
Mas eu não consigo parar de fazer N coisas, n nada, esperando tradução. Encarando as modificações e sentindo o que é ter algo só pra mim, vou dizer o que tenho só para rirem, meu humor ainda continua ótimo: Tenho spray nasal, só pra mim...Tão Camões que somos um só.
Sou também maré, me acalmo quando as areias estão longes.
Quando fui dormir, estava exausta, depois de uma queda e vários morcegos em todo meu corpo, fechei os olhos enquanto ouvia minha mãe dizer muitas coisas que eu não prestava atenção, eu respondia, mas também não prestava atenção, cheguei até dizer: Puladinhos, ao invés de Pulinhos, e não sei por quais raios eu estava falando sobre Pulos. Mas com o meu fechar de olhos, vi uma imagem linda, parecia Paris misturado com Índia, e havia uma entrada pra algum lugar imenso, parecido com aquelas tampas de comidas chiques, alguém encostado num corrimão dessa entrada, observando eu chegar, abri os olhos e quando fechei de novo, essa tampa não brilhava mais e ele olhava pro chão. Foi estranho.
Uma história egoísta: Nos conhecemos por intermédios. Retaguarda, eu precisava dela pra qualquer sinal de erro. Mas eu sou desconfiada, desconfio de tudo e amo a liberdade, amo quando faço coisas que só eu é que estou errada, porque desde o início eu soube que é assim. PONTO
Os sintomas confundem o bloco que diz: “Eu aceito a vida”. Todo dia que eu souber daquele mar estranho, uma marujo ouvi dizer: “Que ótimo se preferem assim, caixas de remédios em horários certos”. Se não é cura que procuram eu ofereço essa reconciliação. Mas se quiserem algo maior, o meu desjejum são ditados que ninguém sabe ler, e ainda sim a noite insiste em dizer. Corre, menina, a nuvem negra te segue, não limpa esse óculos respingado que não adianta enganar quem te ve nascer. Toda história conta o que mal diz a verdade, mas toda lembrança espera alguém que é o que é na cura e no engano.
Não sei de qual olhar usado eu falo.
também preciso de horas, dias, semanas pra digerir essa sobremesa, boca de bala de iogurte de morango.
ResponderExcluirAs preposições são necessárias nesse momento.. como juntar forças e ser sobrenatural.
É visível sua coerência com o mundo dos poucos, como nós, substantivos, querendo as ações.
Nem todos os mundos que criamos são fantasiosos.
Explore!