Eu quero teu desespero, porque não tenho mais com que me distrair.
Quero que sempre venha até mim a singularidade dos dias contraídos.
E a liberdade que recepciona, preferiu soprar os rostos.
Quem surgiu nos campos? Que som ergueu e separou os corpos?
Porque separou o "nos"?
Se forem os meus, deixam de ser quando compartilhados.
ResponderExcluir